Forças estranhas

É uma parada dura explicar o marketing no setor plástico

Máquinas e matérias-primas não se enquadram, naturalmente, nas práticas de marketing adotadas para produtos finais. Mas, mesmo com esta ressalva, muitas das concepções de mercado e estratégias de vendas visíveis no setor plástico volta e meia escapam da lógica da divulgação e promoção focadas em bens intermediários. Um exemplo ao alcance da mão: a participação numa feira do plástico volta meia é citada como justificativa para insuficiência de verba para a comunicação pela mídia. Disso resulta um marketing capenga e efêmero, pois restrito ao período da mostra e ao alcance apenas de quem visitou o estande. Para bom entendedor, a imensa maioria do mercado permanece no escuro quanto ao que a empresa deseja informar. Além do mais, a divulgação pela mídia especializada desfruta de vida útil infinitamente superior ao da pontual exposição no estande, arrematada pela tradicional distribuição de folders de literatura técnica, em geral não lidos e descartados. Tem mais. O advento das redes sociais entrou para o rol das clássicas esquivas de empresas para atentar para a comunicação pela mídia impressa. Volta e meia, indústrias da cadeia plástica sustentam ser melhor e mais acessível informar o mercado pelo mundaréu de canais digitais do que pela palavra escrita, sem falar que, no plano quantitativo, ressaltam que o público atingido pela internet é incomensuravelmente maior. Há um claro descompasso entre custo e benefício na comunicação virtual, esta por sinal imbatível para se noticiar fatos em tempo real. Mas para se saber a análise e interpretações a fundo desses fatos são

 

Para continuar lendo cadastre-se gratuitamente.

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.
Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo.

 

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório
COMPARTILHAR

Comments are closed.