Fim do sufoco

Aliança inédita entre distribuidora e fintech facilita acesso a capital para pequenos e médios transformadores

Hoje em dia, anda mais fácil prever quando acaba o excedente global de polietileno do que achar uma pequena ou média empresa brasileira a salvo de endividamento. Para gerir o fluxo de caixa sem comprometer custos operacionais, ela depende de conseguir crédito de instituições financeiras tradicionais condicionado a spread enorme e tempo curto de pagamento. Pois foi em meio a este stress que Laércio Gonçalves, CEO da distribuidora de resinas Activas, enxergou o caminho para colecionar mais um pioneirismo no varejo do plástico. Antenado na ruptura digital que vem mordendo nacos do movimento bancário, ele firmou, à sombra de sua carteira de mais de 7.000 clientes, parceria com a fintech (start up financeira) Weel. Pelo acordo, a Activas ganha dessa aliada a exclusividade para oferecer a transformadores de menor porte um acesso a financiamentos que nunca sonharam desfrutar. “No passado, os bancos imperavam como uma commodity no mercado de crédito e sua dinâmica hoje está em mãos das chamadas especialidades”, observa o dirigente. “A tendência é esta nova modalidade de transações e estamos alinhados com ela. Pelo visto, as fintechs vieram para ficar, por tornarem tudo mais prático e rápido”. Gonçalves: capital disponível no mesmo dia da operação. De modo geral, a captação de recursos em instituições da velha guarda, fiel a tramitações em boa parte analógicas, como visitas físicas, é burocrática e morosa. “Fintechs como a Weel agilizam a antecipação do capital e dispõem de tecnologia para facilitar a gestão dos sacados”, esclarece Gonçalves. “Para transformadores pequenos e médios,

 

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