Moura: embalagens de maior valor agregado mais afetados pela crise.
Para atravessar a zona de turbulência atual e acertar o passo com os novos tempos, a indústria de embalagens flexíveis precisa, no plano geral, aprender a fazer contas. “Em regra, o setor trabalha espremido entre o custo da matéria-prima e o preço de mercado, alheio ao peso dos fatores contidos no meio desses dois polos, a exemplo da viabilidade do frete de ida e volta, e a precisão nos cálculos relativos a essa zona cinzenta intermediária converge para mais realismo na delimitação do preço final e consequente melhora dos resultados”, sumariza Herman Brian Moura, diretor da transformadora Lord, eleito para presidir a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief) de 2015 a 2017. Qualquer sombra de obviedade no domínio

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.

Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo gratuitamente.

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório
COMPARTILHAR
Matéria anteriorTudo claro na linha branca
Próxima matériaObra em progresso