Fim da penitência

Plataforma de e-commerce de supermercados prenuncia reviravolta no varejo que vai respingar nas embalagens

Compras on line ainda não emplacam 1% da receita dos supermercados no Brasil. Mas a engorda do percentual está a caminho e, além de afetar o caixa da loja física, isso vai exigir que vários dogmas do desenvolvimento de embalagens para produtos de rápido consumo sejam repensados. Esse abalo sísmico no autosserviço já é exibido no terceiro ano em cena do Supermercado Now, plataforma on line com base acima de 20.000 clientes e focada na compra agilizada, inclusive de alimentos frescos e perecíveis, através de compradores pessoais (shoppers) em lojas das redes supermercadistas parceiras. É uma dádiva para quem abomina trânsito, estacionamento, tour por prateleiras e fila sem fim no check out. Em suma, o consumidor cadastrado escolhe os produtos na plataforma, confere o carrinho de compra, paga com cartão de crédito e a entrega a cargo do shopper acontece em até duas horas, o que evita risco de descongelamento, ou em horário agendado. Os preços expostos são os mesmos da loja física, a taxa de entrega é repassada ao shopper e a remuneração da plataforma provém da cobrança ao supermercado de taxa por venda realizada. Nesta entrevista, Marco Zolet, CEO e um dos fundadores do Supermercado Now, deixa claro que, gôndola por gôndola, cada vez mais gente tende a ficar só com a de Veneza. Como dimensiona a taxa média % de crescimento anual das compras on line pela plataforma Supermercado Now? No ano passado, por exemplo, crescemos 800% (receita superior a R$ 5 milhões). A plataforma possui cerca

 

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