Filme paradão

Consumo aparente de embalagens flexíveis é o mesmo desde 2010

Mesmo com desemprego e empobrecimento recordes, as pessoas insistem em manter o hábito de comer. Apesar do tom de sátira, tem lógica essa explicação para o setor de embalagens ter conseguido andar de lado em 2016, um empate com sabor de vitória se comparado ao rombo no consumo de plásticos para bens duráveis atirados pela recessão na UTI, como carros, linha branca e imóveis. A consultoria Maxiquim fez a biópsia da calmaria ao longo do ano passado nessas embalagens senhoras de 29% da transformação nacional de plásticos. O exame começa pela visão da cobertura da cadeia industrial, o reduto de poliolefinas – polipropileno (PP) e polietileno (PE). Como expõe Otávio Carvalho, sócio e diretor da MaxiQuim, a demanda brasileira das

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