Feliz ano velho

O mercado nacional de resinas retrocede sete anos no primeiro semestre

Marta Loss Drummond: consumo aparente de resinas deve cair 8%. Projeções preliminares da MaxiQuim atestam que, com exceção de PET, o consumo aparente de todas as resinas fechou o primeiro semestre não só no vermelho inescapável face à recessão, mas dois dígitos abaixo do fiasco no mesmo período um ano antes. Marta Loss Drummond, especialista de inteligência de mercado para termoplásticos commodities da consultoria, desce na entrevista a seguir aos meandros do desempenho frustrante dos materiais no mercado doméstico em frangalhos. Maior referência: com a construção civil há mais de dois anos ao deus dará, o Brasil, antes importador constante de volumes não preenchidos com a oferta doméstica, virou exportador regular de PVC até dias melhores raiarem para os canteiros de obras. O mercado externo, por sinal, salvou os resultados no semestre passado da Braskem, único produtor no país de polietileno e polipropileno e o maior de PVC. Já no âmbito de PET e PS, dois polímeros às voltas com crônico excedente mundial, as exportações permanecem longe de ser o porto seguro onde hoje atracam as poliolefinas e o polímero vinílico. Marta Drummond também não espera para já a saída do vermelho do balanço das reinas. Nem poderia ser de outra forma. Apesar de colibris cantarem na mídia que a confiança está voltando aos investidores e daqui para a frente tudo será bem diferente com Temer, as ideias ainda não correspondem aos fatos. PR- O consumo aparente das resinas no primeiro semestre evidencia uma volta ao patamar desse período de

 

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