O banqueiro Olavo Setúbal costumava dizer que, se não entendia em cinco minutos o negócio proposto, não o financiava. Desse ponto de vista, apesar da cavernosa conjuntura atual, a pior em 14 anos no consenso do ramo, a construção civil continua com facilidade de crédito junto a investidores, mérito das perspectivas a médio prazo e da sua massa crítica, grande demais para vergar os joelhos sem levar consigo o PIB nacional. Essa visão bifocal ganha nitidez na análise de Paulo Melo, diretor superintendente da Odebrecht Realizações Imobiliárias, um dos pontos altos do IV Seminário Competitividade: O Futuro Perfil da Transformação Brasileira de Plástico, realizado em 30 de setembro em São Paulo (ver à pág 58). Os fundamentos da construção civil,

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