Esse negócio de pensar fora da caixa

Por que Bettanin e Plasvale não dormem sobre os louros em UDs

pensar fora da caixa
Não há mimimi ambientalista que tire do plástico uma de suas principais contribuições para a qualidade de vida: a democratização do consumo. Pelas mãos das resinas, o público de baixa renda ganhou acesso a produtos que lhes eram inacessíveis quando fabricados em outros materiais. De um lado, isso ampliou o mercado para o plástico, mas, do outro, deu à luz um vespeiro de transformadores concorrentes em artefatos de alta tiragem, baixo valor agregado e rentabilidade cada vez mais sujeita a estragos. Em reação, indústrias formadoras de opinião e mais capitalizadas tratam de contornar a vala comum dos rivais movidos a preço indo atrás de diferenciações nos produtos que, não raro, chegam a transportá-las para mercados fora do seu universo original. É o que está pintando no reduto de utilidades domésticas (UD), indicam movimentos sutis de dois pilares do setor: Bettanin e Plasvale. Com 71 anos de estrada e nome feito em UDs como vassouras, a Bettanin, integrante do grupo gaúcho InBetta (inclui também as empresas Atlas ,Ordene, Sanremo, Primafer e SuperPro Bettanin) cruza agora a soleira do mercado de higiene pessoal com as esponjas de banho Slow, lançamento precedido pela incursão na área automotiva com as esponjas Bettanin GT. “Somos especializados em utensílios de limpeza, o carro é um espaço que requer esses cuidados de higienização e muita gente cuida do seu veículo na garagem”, coloca Aguinaldo Fantinelli, diretor geral da Bettanin. “Então, se você já confia na marca que zela pela limpeza da sua casa por que não apostar

 

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