Sintegra: operadores submetidos a reciclagem anual de conhecimentos.
O mercado médico-hospitalar nunca passou de um cisco no mapa da transformação brasileira de resinas, efeito de suas baixas escala de produção e de uma saúde pública cuja penúria afugenta os fornecedores. Apesar desses pesos na balança, a Máquinas Agrícolas Jacto nadou contra a corrente e embarcou nas chamadas ciências cirúrgicas, estendendo assim sua presença no plástico para além dos limites de sua controlada Unipac, craque titular na injeção, sopro, rotomoldagem, extrusão de chapas e termoformagem de peças de grande porte. Em oito anos de ativa, a controlada Sintegra, alojada no complexo sede da Jacto em Pompéia (SP), encheu sua parede de troféus, a exemplo de ter sido a primeira produtora nacional de implantes bioabsorvíveis, e continua a dar um suadouro na concorrência dominada por marcas do exterior. “Emparelhamos com elas na tecnologia e sobressaímos nessa disputa com importadores pela interação rápida e fácil com cirurgiões no Brasil, adequação dos artigos às condições nacionais, agilidade na interface com distribuidores e dispensa de estoque local e burocracia alfandegária”, sumariza Marcos Antonio Ribeiro, presidente da Sintegra e da Unipac. Ribeiro: pioneirismo em implantes bioabsorvíveis A Unipac, por sinal, contou pontos para a excelência operacional da Sintegra. “Nossa experiência acumulada na injeção de polímeros foi determinante para catalisar o desenvolvimento da Sintegra”,observa. “Mas a produção de implantes absorvíveis difere de todo do processo dos tipos convencionais e o know how dos fabricantes brasileiros está voltado para o implante bioestático de metal”. A moldagem de implantes poliméricos, associa o dirigente, tem pontos em comum

 

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