Com cadeira cativa na linha de frente da transformação nacional de plástico, a região sul permanece o bom bocado do país, em tecnologia e capacidade, para redutos a exemplo de tubos, nãotecidos ou utilidades domésticas, além de repartir por igual com o Sudeste a última palavra em peças técnicas. Entre os créditos dessa excelência, sobressaem a escora das petroquímicas em Triunfo (RS) e das ferramentarias da serra gaúcha e Joinville (SC), e o empreendedorismo e inventividade que grassam tanto em celebridades da indústria, a exemplo das inovações em calçados femininos que catapultaram a Grendene, até empresas menores como a Biotecno (veja na última página) antenadas no mercado médico-hospitalar. Nesta entrevista, Otávio Carvalho, diretor da consultoria MaxiQuim, sensor do plástico no país com sede em Porto Alegre (RS) disseca o DNA e a taxa de glóbulos azuis que explicam porque a transformação do Sul continua vendendo saúde. Carvalho: produção de transformados avança na região. PR – Quais as principais mudanças notadas na indústria de transformação de plásticos na região sul, nos últimos quatro anos? Carvalho – O Sul tem diversas subregiões de características bem definidas, seja pelos mercados locais, seja pelo perfil dos empreendedores. Houve momentos em que os segmentos voltados ao agronegócio patinavam, enquanto os que dependiam do mercado automobilístico vinham crescendo rapidamente. Hoje temos o inverso. Mudam os mercados, as tecnologias evoluem, a infraestrutura patina. Mudam as políticas de incentivos, criam-se novos mecanismos, mas a indústria de plásticos permanece estruturalmente atada a seus mercados e suas intempéries. Temos notado

 

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