Com cadeira cativa na linha de frente da transformação nacional de plástico, a região sul permanece o bom bocado do país, em tecnologia e capacidade, para redutos a exemplo de tubos, nãotecidos ou utilidades domésticas, além de repartir por igual com o Sudeste a última palavra em peças técnicas. Entre os créditos dessa excelência, sobressaem a escora das petroquímicas em Triunfo (RS) e das ferramentarias da serra gaúcha e Joinville (SC), e o empreendedorismo e inventividade que grassam tanto em celebridades da indústria, a exemplo das inovações em calçados femininos que catapultaram a Grendene, até empresas menores como a Biotecno (veja na última página) antenadas no mercado médico-hospitalar. Nesta entrevista, Otávio Carvalho, diretor da consultoria MaxiQuim, sensor do plástico no

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