Espectadores da produção

K’2016 dá a largada para Indústria 4.0 no setor plástico

A Indústria 4.0 roubou a cena da maior feira de plástico do planeta. De forma direta ou oblíqua, nenhum produto ou tecnologia lançado na K´2016, realizada ao final de outubro em Duesseldorf, ficou imune às oportunidades abertas pela coleta do máximo de dados das máquinas, seu envio à nuvem, análise deles pela inteligência artificial e o uso dos resultados para aguçar a precisão e redução de custos das fábricas, a exemplo de como a temperatura ambiente afeta a produtividade. “Muitas coisas vão mudar com rapidez e a imensa maioria dos transformadores brasileiros nem sabe o que é a Indústria 4.0”, constatou na exposição Alfredo Schmitt, presidente da gaúcha FFS Filmes. Impressão 3D: centro de experimentação da tecnologia na feira. No plano geral, as máquinas básicas expostas mantiveram suas características, comenta Érico Schio, gerente de engenharia corporativa da Tigre, nº1 em tubos e domissanitários no Brasil. “As grandes mudanças que vi na K estão nas tecnologias que melhoram o controle e eficiência através do conceito de automação e integração dos sistemas denominado Indústria 4.0”. Entre as aparições dessa tendência na feira, Schio ilustra sistemas de controle de qualidade, produtividade e custos integrados ao painel da máquina ou numa sala de controle. “Essa incorporação possibilita a gestão on line de todo o processo”, ele sublinha. “A realidade das ‘fábricas escuras’ está muito mais próxima de nós, complementada por novas ferramentas virtuais de supervisão e manutenção do processo”. Para o inescapável desembarque da Indústria 4.0 no Brasil, Schio julga ser preciso melhorar a

 

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