Miranda e Ponticelli: ênfase na manutenção preventiva das máquinas.
Utilidades domésticas (UDs) são o típico campo onde o transformador anda no fio da navalha. Para tocar em frente no mar da concorrência em pé de guerra, ele tem de serpentear pelo mercado com um pé na canoa da inovação e o outro em volumes de produção que remunerem o esforço. A catarinense Plasvale tem pós-graduação na arte desse equilíbrio, conciliando o raio de alcance sobre um público puxado pela classe C com a gana de agregar valor às suas UDs mediante sacadas como decorações in mold label ou hot transfer. No pano de fundo, a operação industrial em ponto de bala na sede em Gaspar, no Vale do Itajaí, garante o jogo e manda ver. Na selfie do momento, a Plasvale, presidida por Jonas Miranda, opera com 26 injetoras, de 90 a 1.100 toneladas e duas sopradoras com capacidade de cinco litros em regime de três turnos compreendidos entre domingo (22:30) a sábado (13:00). “A vida útil do parque de máquinas tem 10 anos em média e, na última década, adquirimos 85% das linhas em atividade, ou seja, 24 dos 28 equipamentos”, situa o gerente industrial Cláudio Ponticelli. Em paralelo, encaixa, um percentual minoritário da produção da empresa corre por conta de terceiros. “Tratam-se de trabalhos relativos a sopradoras e injetoras de 100 a 350 toneladas”, ele delimita. Na retaguarda, a unidade em Gaspar conta com ferramentaria, munida de dois centros de usinagem, para consertos e criação de moldes de até duas toneladas e manutenções preventivas e corretivas até

 

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