UDs da Cobrirel: ênfase na diferenciação.
Um premonitório ajuste de rota fez a transformadora paulistana Cobrirel, na ativa desde 1972, escapar da deriva e chispar para o sucesso. Há 25 anos, ela saía da injeção de componentes para as indústrias eletroeletrônica, automobilística e de telecomunicações para focar a produção de utilidades domésticas (UDs). Em fins da década de 1980, o fundador Antonio Trevisan, ainda hoje firme no leme, sacou que os clientes de peças técnicas estavam ampliando suas redes de suprimento globais e, noves fora, cada vez menos dependiam de fornecedores locais. Com a guinada, a transformadora fugiu de produzir meros potinhos e utensílios básicos, então dominantes  no mercado. A intenção sempre foi fazer artigos de maior valor e diferenciados, inclusive por causa da inventividade de Trevisan, com reconhecida vocação para içar oportunidades imersas em estorvos do cotidiano doméstico. Trevisan teve sua primeira epifania ao perambular por UDs numa montagem da “K”, feira alemã acatada como nº1 do plástico no planeta. Veio de lá a inspiração para injetar caixas organizadoras dobráveis. “O êxito foi imediato no Brasil, pois  era algo totalmente inovador”, explica o transformador. A partir daí, o portfólio da Cobrirel se avantajou e a caixa em questão ganhou novos tamanhos e adereços, como alças e tampas. Na rabeira, vieram outras inovações marcantes em UDs no país. Entre elas, Trevisan destaca os acessórios para galões de água mineral e a bomba com rosca que mantém o gás em garrafas PET de refrigerantes. Sacadas recentes incluem potes herméticos para cozinha e dispensers para grãos e cereais.

 

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