Ela é mais que demais

O estado da arte em flexíveis tem nome: Cepalgo

Em pleno sururu da crise, a Cepalgo, quintessência em flexíveis, batia em julho último o recorde de vendas em 30 anos de ativa. Horacio Murua, CEO da empresa, atribui o feito a um banho de imersão em produtividade em todos escalões e áreas na órbita da fábrica em atividade há pouco mais de um ano, desde janeiro de 2014, em Goiás. “Isso é fruto da ‘cultura da mudança’, ou seja, descobrimos como cultivar nas pessoas o comprometimento com a qualidade e a capacidade de aprender”. Controlada pela família Scodro, a Cepalgo partiu em 1975 em Ribeirão Preto (SP), como braço em embalagens da indústria Biscoitos Mabel. Ao longo dos anos, cultivou musculatura para passar a atuar como negócio independente. Na selfie de hoje, ela é um motor turbo em filmes técnicos alojado em área superior a 3.000 m² em Aparecida de Goiânia. De concepção inspirada em congêneres norte-americanas e europeias, a fábrica compreende três blocos: para extrusão, conversão e armazéns. Em prol da segurança ocupacional, distingue Murua, opera em área isolada a instalação denominada Casa de Tintas. Na escora de todo esse arcabouço fabril, consta uma rede completa contra incêndios, dotada de abastecimento próprio de água e tratamento de efluentes. Morua: cultura da mudança dá retorno. Egressa de dois anos de uma repaginação em regra na estrutura operacional, a Cepalgo roda em três turnos, cinco dias por semana, com efetivo atual de 153 funcionários na produção, 31 na administração e 30 nas áreas de controle de qualidade, logística e manutenção.

 

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