É de quebrar a cabeça

Não deu outra: 2015 marcou pela queda na vendas, investimentos e margens dos transformadores. O setor aguenta a reprise em 2016?

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Do começo ao final de uma agenda diária sem hora fixa para terminar, José Ricardo Roriz Coelho absorve e irradia informações. Ele atrai dados feito pára-raio no comando da  Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), nas empresas que gere e de cujos conselhos administrativos participa, além de ser alimentado pela fornalha de indicadores do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) ,entidade da qual é vice-presidente.  Estribado nessa bagagem, Roriz demonstra na entrevista abaixo uma conjuntura que faz a cadeia do plástico quebrar a cabeça e ficar hipertensa. As razões do vermelho no balanço de 2015 são óbvias e a estrada até o final de 2016, ele expõe, se afigura por demais esburacada

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