É assim que se faz

Investimentos seguidos em tecnologia e logística do atendimento lapidaram o estrelato da Videplast em flexíveis

Os fornecedores de máquinas trabalham com uma certeza. Se suas linhas passam pelo crivo da Videplast, este aval é meio caminho andado para as vendas fluírem no setor de embalagens flexíveis. Na ativa desde 1986, esta transformadora catarinense controlada pela família Denardi construiu reputação de hi tech em filmes, não raro figurando até entre os primeiros compradores de equipamentos recém lançados no mercado mundial. Não é para menos. Seja alta ou baixa a maré da economia, a Videplast investe no estado da arte dos processos e no atendimento próximo de gemas do quilate da BRF, JBS, Cargill, Aurora, Frangosul, Pepsi-Cola, Ambev e, em pet food, Premier e Magnus. Entre os indicadores recentes de desembolso em tecnologia, constam a coex blown de 11 camadas da alemã Reifenhäuser, a instalação da também alemã Windmoeller & Hoelscher para colocação automática de válvulas em sacos, linhas para pouches de poliamida e para sacos de fundo quadrado de pet food. No início de 2016, a empresa partiu na surdina sua planta no Paraguai, amalgamando o contingente completado por cinco unidades alojadas em Mato Grosso, Goiás, Rio de Janeiro, Paraná e a matriz em Videira, no chamado meio oeste catarinense. Entre os troféus no showroom da empresa, figuram o pioneirismo local na substituição do cartucho de cartão por filme laminado em embalagens primárias de pratos prontos de frigoríficos e exportações – diretas e embalando alimentos – de flexíveis para os EUA e Europa. Um dos principais mentores dessa trajetória é Domenico Macchia, ex-executivo estelar da Dow

 

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