Do lixo ao ouro

Startup Integra formula bioplástico versátil de refugo de biodiesel

A pressão do culto do desenvolvimento sustentável é a viga de sustentação da pesquisa de biopolímeros, mesmo diante da sua força, até aqui insuficiente devido às baixas escalas, para abalar os alicerces do consumo de massa das resinas petroquímicas. Mas navegar é preciso e nada é para sempre, sinaliza a garra da Integra Bioprocessos e Análises, startup alojada no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília. Voltada para o garimpo de micro orgânicos para produção de químicos a partir de matérias-primas renováveis, ela já tem pendurados em seu show room feitos como a pesquisa empreendida há quatro anos para gerar o bioplástico poli l-ácido polilático (PLLA) de refugo de biodiesel, estudo na reta para testes de industrialização

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