Dia virá

Tubos corrugados perseguem um futuro melhor na infraestrutura

Costa: combate ao conservadorismo do mercado.
Costa: combate ao conservadorismo do mercado. À época da ditadura militar, a música popular brasileira andava inundada de composições sob a temática do “dia virá”, ou seja, a fé de que o futuro melhor acabaria chegando, mais hora menos hora. É esse o estado de espírito que emana do segmento de tubos plásticos corrugados de grande diâmetro, voltados para drenagem e redes de esgoto. Até hoje não deslancharam por motivos que vão da tragédia crônica da infraestrutura nacional à luta para convencer os especificadores da construção civil a respeito da superioridade de seus atributos sobre tubos concorrentes. Mas mesmo essa frustração acumulada há décadas não consegue levar esse reduto de polietileno de alta densidade (PEAD), a resina dominante nesses tubos corrugados, a atirar a toalha no ringue. “A participação desses tubos corrugados  ainda é muito pequena no mercado, entre 5% e 7%”, situa Flavio Costa, responsável pelo segmento de tubos de PE na Braskem. O tempo é o aliado para a demanda crescer, ele sustenta. “A cada ano, as construtoras são pressionadas pelo desafio de reduzir ao máximo a duração das obras, ponto a favor da facilidade e rapidez na instalação oferecida pelos tubos de PEAD, implicando possível ganho de 300% de produtividade no comparativo com o principal concorrente, o tubo de concreto”. Na selfie do momento, descreve Costa, o Brasil conta com dois produtores desses tubos corrugados de maior diâmetro, a Tigre-ADS e, precursora nos anos 80 da produção nacional no gênero, a Kanaflex. “A capacidade instalada totaliza em

 

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