Silva: na prática a teoria do governo é outra. Paulo Francisco da Silva, diretor comercial e de desenvolvimento da Neuplast, não mede as palavras para falar da problemática situação da reciclagem no país. Além de o setor estar 15 anos atrasado em relação ao mundo, ele situa, a conjuntura interna não favorece uma eventual melhora. O acesso à tecnologia de ponta é inviável devido aos tributos e burocracia para se internalizar uma máquina e a política de conteúdo local dificulta a obtenção de linhas de crédito. Para complicar, a coleta seletiva ainda é precária e, quando há matéria-prima disponível, atravessadores fazem a limpa antes de o resíduo reaproveitável chegar às recicladoras. Sem interesse em corrigir o problema ou conceder facilidades

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