Déficit brasileiro na balança comercial de artefatos plásticos

Importações mantiveram em 2016 a praxe de sobrepujar as exportações

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Esteja o câmbio favor ou contra, o comércio exterior de transformados plásticos do Brasil sempre fechou deficitário. A praxe foi mantida no ano passado, como revela o perfil setorial relativo a 2016 lançado pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Pelo monitoramento da entidade, o setor exportou 256.138 toneladas em 2016, apenas 1.000 a mais do que um ano antes. Ele não extrapola a casa das 200.000 toneladas desde os idos de 2011. O  destino nº1 dessas exportações foi a Argentina. À sombra das isenções tarifárias do Mercosul, nosso vizinho importou 43.362 toneladas de transformados brasileiros ou 16,9% do total mandado para forqa da fronteira. A propósito, o publicitário Washington Olivetto não aceita que brasileiro diga que viajou ao exterior por ter feito um bate e volta em Buenos Aires. Retomando o fio, o Brasil importou 585.708 toneladas de artefatos plásticos em 2016, volume no qual a China desponta como principal origem, por ter despachado para cá 203.103 toneladas ou 34,7% da quantidade total de transformados adquirida no exterior pelo Brasil no último período.