Contra as cordas

Crise acua o setor de máquinas e as válvulas de escape não são fáceis

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É pegar leve com o setor de máquinas para transformação de plástico compará-lo a um destróier abalroado na tormenta por mísseis teleguiados. De todas as encostas da crise desabam avalanches a bloquear as vias de acesso aos equipamentos, desde as barreiras do crédito e câmbio ao naufrágio da demanda, mesmo em mercados antes tidos como fortalezas. Um exemplo de gelar o sangue, em particular, de sopradoras e injetoras: pela primeira vez em 23 anos, levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) flagra recuo no setor, vermelho de 5% nas vendas do primeiro semestre versus mesmo período em 2014. “No plano geral, a retração contribui para os fabricantes de embalagens operarem com alta ociosidade” ,

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