Container da salvação

Setor de máquinas não pode mais depender do mercado interno

Paulucci Jr.: exportadores menos chamuscados pela crise. À parte o entrosamento no processo, resinas e equipamentos são negócios diferentes entre si. Em 2016, no entanto, o balanço nacional dos termoplásticos evidenciou ao menos um ponto em comum com o das máquinas para transformação. No plano geral, quem conseguiu exportar com desenvoltura escapou do vermelho imposto pela desgraceira doméstica, avalia nesta entrevista Gino Paulucci Jr., presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria de Plástico (CSMAIP), subordinada à Associação Brasileira de máquinas e Equipamentos (Abimaq), e dirigente da Polimáquinas, fera nacional em equipamentos de corte e solda de embalagens flexíveis. Um crônico calcanhar de Aquiles da CSMAIP é sua absoluta falta de indicadores sobre o parque industrial dos clientes e das vendas anuais dos segmentos de máquinas disputados por seus filiados. Apesar dessa lacuna, a bagagem de Paulucci Jr. no setor qualificam suas estimativas como sinais confiáveis da direção dos ventos. PR – Tal como em 2015, os transformadores brasileiros atravessaram 2016 com ociosidade preocupante, queda na produção e crédito tão limitado quanto capital de giro. No plano geral, como avalia os reflexos desse quadro sobre o desempenho dos fabricantes de máquinas e periféricos no ano passado? Paulucci – O setor de transformação experimentou em 2016 uma oscilação muito grande de humores e de volumes de vendas. Os segmentos de injeção e sopro trabalharam com alguma ociosidade, em menor grau no reduto de embalagens flexíveis. Em decorrência desse quadro, os fabricantes de máquinas e equipamentos para moldagem de

 

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