Combo de soluções

Planta brasileira é a primeira da Coexpan & Emsur a integrar as divisões de rígidos e flexíveis

O atendimento a diamantes do quilate da Danone e Nestlé e o fechamento de um flanco exposto na competitividade estão por trás de um up no perfil da subsidiária brasileira da Coexpan, divisão de chapas para termoformagem do grupo espanhol Lantero. Mediante aporte total projetado em R$ 40 milhões, a unidade há 21 anos na ativa em Jundiaí, Grande São Paulo, ingressou em 2018 apta a produzir as soluções flexíveis da divisão Emsur do conglomerado madrilenho, cujo mix abrange tampas e bandeirolas termosseláveis, flow e pillow pack, sleeves e embalagens monodose. “O projeto de integração de rígidos e flexíveis no Brasil é pioneiro na infra mundial do grupo”, distingue Daniel Richena, diretor geral da Coexpan & Emsur Brasil. “Ele conjuga a necessidade de crescimento da divisão de rígidos com a oferta ao mercado de uma solução completa de embalagens”. O executivo confirma não haver aqui a invenção da roda. “Outros players no país podem oferecer essa solução, mas apostamos muito na solidez da base de clientes e na força da nossa presença global, em especial na Europa e América”. As sinergias entre as duas divisões prometem não tardar a serem transpostas de Jundiaí a outras plantas do Grupo Lantero, acredita Richena. “Elas concretizam uma excelente oportunidade para baixar prazos de desenvolvimento e custos de produção e logísticos, além de fortelecerem nossa atuação comercial e a prestação de um serviço completo de engenharia aos clientes”, coloca o executivo. Na selfie atual, o complexo em Jundiaí hoje roda com capacidade para chapas

 

Para continuar lendo cadastre-se gratuitamente.

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.
Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo.

 

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório
COMPARTILHAR