Polo Films: queda relevante nos custos de energia e logísticos.
É de se pagar para ver um reduto de polipropileno (PP) sob fogo cruzado da intensidade suportada pelos filmes biorientados no Brasil. O clima de bala com bala é instaurado por um hiato aproximado de 30-40% entre capacidade efetiva e produção doméstica, num mercado abocanhado em torno de 20% por importações e exportações brasileiras mirradas para o Cone Sul, por obra de concorrentes do Chile, Colômbia, Argentina e Peru. Completam os tirambaços o torniquete das pressões de custos a cargo das indústrias finais, usuárias do filme para embalar alimentos de consumo de massa. Escala e tecnologia passam então, nesse caso, de lugares comuns do jargão da competitividade a gêneros de primeira necessidade, como demonstram os 34 anos de sobrevida no

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