Caminho sem volta

10 anos de automação crescente elevaram a adrenalina da Sulplast

A robotização está em vias de completar uma década na divisão de termoplásticos da Sulplast, totem em peças técnicas termoformadas a vácuo (vacuum forming). Esta incursão numa frente de automação turbinou o perfil dessa transformadora nacional fincada em Rio Claro, interior paulista, atuante também em termofixos. A guinada é mérito do sistema de células produtivas acopladas a robôs da Yaskawa Motoman. O primeiro deles debutou em 2010; o segundo em 2014 e o terceiro tem o final da instalação agendado para junho. “Cada célula dispõe de três mesas para abastecimento simultâneo, nas quais as peças termoformadas são colocadas em dispositivos específicos e fixadas à vácuo”, descreve o sócio e CEO Pedro Luiz Biancardi. “Cada peça apresenta um dispositivo de corte/furação exclusivo, no qual uma tomada binária efetua a comunicação com o robô. Uma vez fixada a peça nesse dispositivo e liberada a mesa de trabalho pelo operador, o robô reconhece a programação feita para o acabamento e inicia as etapas de corte e furação”. Nesta entrevista, Biancardi expõe o retorno desfrutado com os robôs e deixa claro que a escalada da automação na Sulplast não depende de espasmos da economia. Biancardi: terceira célula robotizada parte este ano. Em 2010, eram poucas as células robotizadas na transformação nacional de plásticos. Qual a inspiração para a Sulplast embarcar nessa corrente? A partir de visitas às principais montadoras e feiras de plástico, vimos que o uso de células robotizadas seria uma ação fundamental para posicionar melhor a empresa no mercado. Com o acirramento

 

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