Cada um na sua

Unipac prova conveniência do sopro in house para fabricantes de agroquímicos

Gonçalves: segunda planta de sopro in house para agroquímicos. Pela voz corrente no campo, o mercado de defensivos saiu da seca no ano passado e deve manter o molejo no exercício atual. Estimativas cravam as vendas no platô de US$ 10 bilhões em 2018 contra US$ 8,9 bilhões em 2017. Mas o salto não eclipsa a parada de extrair lucro dos volumes comercializados. Greve dos caminhoneiros à parte, as margens dos produtores de defensivos foram molestadas no último período por estorvos como a volatilidade cambial e o fornecimento intermitente de determinados insumos da China. Com esse torniquete na rentabilidade e a dificuldade de repassar os reajustes recebidos, os fabricantes de agrotóxicos voltam-se mais ainda para podar custos. Dos ângulos da logística e do foco no negócio original, o clima é propício para delegar a terceiros especialistas o sopro in house (anexo à linha de envase) de embalagens de polietileno de alta densidade para defensivos. Na selfie atual, o setor alinha no país três plantas in house e outras operando bem próximas do cliente, aponta Gabriel Pires Gonçalves, presidente da Unipac, transformadora nacional pioneira, nos anos 1960, no reservatório plástico para pulverizador costal de agroquímicos. Hoje em dia, a Unipac forma opinião no segmento, dianteira acentuada ao final de 2018 com a inauguração da planta de sopro dentro da fábrica de defensivos da australiana Nufarm em Maracanaú, Grande Fortaleza, Ceará. Gonçalves detalha o empreendimento nesta entrevista. 1Qual a bagagem acumulada pela Unipac no sopro in house? A Unipac já possui experiência

 

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