Com milhagem acumulada desde a década de 70, a Cromex, ativo fixo no trono nacional de masters, tem o couro curtido por altos e baixos, delírios e ressacas da economia, razão de sobra para seu presidente, Sérgio Wajsbrot, encarar a recessão atual sem sinistrose. Nesta mini entrevista, ele se aferra à receita da lapidação contínua de RH e P&D para aditivar a demanda, faça chuva ou faça sol no mercado. Wajsbrot: master especial identificado com valor da marca do produto final. PR – A crise atual tende ou não a reduzir as encomendas de cores mais exclusivas de masters de efeitos especiais? Wajsbrot – 2015 inspira cautela em projeções otimistas para todas as linhas de produtos e não será diferente no reduto das cores especiais. Mesmo assim, esperamos resultados positivos para segmentos maduros, nos quais o consumidor tem uma identificação com a marca e percebe o atributo da embalagem com efeito como valor de marca. O masterbatch especial exercerá função importante para contribuir com os lançamentos de produtos e a empresa que perceber este beneficio poderá se diferenciar no ponto de venda. Em contrapartida, uma variável a considerar é que a macroeconomia deve pesar negativamente nas decisões de novos desenvolvimentos. PR – Quais os típicos setores de indústrias finais cuja exigência de competitividade crescente os tem feito manter acesa, mesmo na recessão atual, a busca de masters capazes de diferenciar seus produtos nos pontos de venda? Wajsbrot – Por exemplo, os fabricantes de refrigerantes têm mantido o apelo de cores

 

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