Brasil: consumo aparente de transformados volta ao nível de 2007

Saldo de 6,1 milhões de toneladas também foi 10% pior que o de 2015

Se alguém ainda pode ter dúvida sobre como será pedregoso o caminho de volta a ser trilhado pela transformação nacional, o perfil setorial de 2016, recém lançado pela Associação Brasileira do Plástico (Abiplast) traduz em números a parada dura pela frente. A cargo de um universo estimado com ressalvas em 11.459 empresas, a  produção de artefatos plásticos fechou 2016 com o saldo de 5,82 milhões de toneladas, volume -9% abaixo do registrado no período anterior e inferior ao patamar do exercício de 2007. Na esfera do consumo aparente (produção + importação – exportação), nada há também a comemorar. Pelo banco de dados da Abiplast, o resultado aferido de 6,1 milhões de toneladas em 2016 ficou -10% aquém do total computado em 2015 e, de novo, pairou abaixo do platô de 2007.