Bons fluidos

Por que a SG comprou a brasileira SG Plasticos

Tubos especiais: foco em soluções inovadoras com materiais nobres.
Em um país sem saúde pública digna desse nome, o consumo de termoplásticos em artigos médico-hospitalares  prima por tal insignificância que não há na praça quem meça a estatura desse mercado. Mas ele deve ter algum charme pois, não fosse assim, a francesa Saint Gobain não se daria ao trabalho de comprar a brasileira SG Plásticos apenas pelo fato de cobrir no exterior o setor de tubos de uso biofarmacêutico/laboratorial e para fluidos de processos industriais, segmento também atendido pela  pequena transformadora de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Sem abrir o montante da transação formalizada na primeira quinzena de janeiro nem opinar se o ativo adquirido saiu barato em moeda forte, Thierry Fournier, presidente da Saint Gobain para o Brasil, Argentina e Chile não vê inibidores nesse tipo de investimento sob a pior recessão já enfrentada pela economia brasileira. “Apesar do atual cenário, o Brasil é um país de oportunidades e há 78 anos acreditamos no seu potencial e nele investimos continuamente, mediante a abertura de unidades, fusões e aquisições de empresas”. Fournier se apega ao horizonte nacional a médio e longo prazo e  justifica com política de confiabilidade a decisão de não revelar os nomes dos ex controladores da SG. Fontes informam tratarem-se de Edson Navarro Torres e Elenice De Carli. O casal fundou a SG em 1980 e Fournier não se pronuncia sobre a capacidade instalada e o grau de atualização do parque  de extrusão de tubos e mangueiras espiraladas na ativa em São Caetano

 

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