Bom conselho

Além de agregar valor, a governança turbina a gestão das transformadoras de plásticos

As entidades representativas do setor de transformação do plástico têm feito grande empenho, ao lado de outras instituições, no sentido de que novas políticas públicas nas áreas econômica, tributária e monetária contribuam para o resgate da competitividade da indústria. No entanto, além das reivindicações relativas aos juros, câmbio, impostos, competitividade de matérias-primas e insumos, segurança jurídica, desenvolvimento de recursos humanos, sustentabilidade e outros temas que temos abordado na mídia e na interação com as autoridades, também é necessário fazer a lição de casa da gestão eficiente. Um conceito importante é o de que a profissionalização da administração e adoção com transparência de padrões e normas operacionais, de qualidade, gerenciais, contábeis, tributários e prevenção de ilícitos, mitigação de riscos independe do porte das empresas. São procedimentos que reduzem as dificuldades e melhoram a produtividade. Indústrias que cresceram bastante podem ir além, fazendo uma saudável transição entre a gestão familiar e a contratação de executivos no mercado. O momento certo para se realizar essa mudança é uma decisão específica de cada empresa, a ser tomada de modo maduro e consciente pelo fundador e/ou seus sócios familiares e herdeiros. Conceitualmente, um conselho de administração deve ser formado para agregar valor ao negócio, gerir conflitos e apoiar adequados processos de sucessão, o que explica o número reduzido desses órgãos em nosso setor, cuja gestão, majoritariamente de tradição familiar, não costuma gerar tais situações de embate. Porém, quando necessário, o conselho é fundamental para evitar que os interesses específicos de um sócio ou grupo de

 

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