Boas de boca

Consumo de alimentos cai, mas livra embalagens flexíveis do vermelho mais profundo em 2015

No PIB de -3,8% de 2015, o agronegócio foi uma gota de azul no mar vermelho dos setores industriais e de serviços. Além das exportações vitaminadas pelo câmbio, o desempenho do campo foi positivo por um motivo simples: mesmo em recessões, ninguém abre mão do hábito de comer. O empobrecimento geral se alastra na economia em depressão e, endividada até o talo, a população pode se esquivar do consumo de alimentos supérfluos, mas depende dos essenciais para sobreviver. Essa proeminência dos alimentos também explica não só porque o setor de embalagens flexíveis virou a página do ano passado com menos avarias que a transformação de plásticos como um todo, tendo ainda razões para não esperar por uma travessia pior em 2016, indica o último balanço compilado pela MaxiQuim a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). “Produtos de maior valor agregado, como embalagens com barreira, tendem a continuar com vendas crescentes, movidas inclusive pelas exportações ascendentes com a desvalorização do real, enquanto aqueles destinados à cesta básica de alimentos são menos afetados em tempos de crise ”, considera Solange Stumpf, diretora da renomada consultoria. “Portanto, o horizonte para flexíveis não é tão negativo como para o mercado de transformados total”. Solange Stumpf: horizonte para flexíveis não é tão negativo O pente-fino da Abief abre pelo plano macro, balizado pela performance de polietileno (PE) e polipropileno (PP), as resinas que regem a partitura das embalagens flexíveis. A demanda brasileira de ambos os polímeros em todos os setores,

 

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