Boas de boca

Consumo de alimentos cai, mas livra embalagens flexíveis do vermelho mais profundo em 2015

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No PIB de -3,8% de 2015, o agronegócio foi uma gota de azul no mar vermelho dos setores industriais e de serviços. Além das exportações vitaminadas pelo câmbio, o desempenho do campo foi positivo por um motivo simples: mesmo em recessões, ninguém abre mão do hábito de comer. O empobrecimento geral se alastra na economia em depressão e, endividada até o talo, a população pode se esquivar do consumo de alimentos supérfluos, mas depende dos essenciais para sobreviver. Essa proeminência dos alimentos também explica não só porque o setor de embalagens flexíveis virou a página do ano passado com menos avarias que a transformação de plásticos como um todo, tendo ainda razões para não esperar por uma travessia pior em

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