Blindagem ilusória

Por que o protecionismo resulta num tiro no pé do setor plástico

Um artigo publicado na seção Visor da edição de abril (nº 614) de Plásticos em Revista,  intitulado “Hora de Arregaçar as Mangas” e referente a uma entrevista de Newton Zanetti, diretor da Pavan Zanetti, me motivou a escrever algo sobre o tema abordado. Definição do termo protecionismo pela Wikipedia: “…essa política é oposta ao livre comércio, onde as barreiras governamentais ao comércio e circulação de capitais são mantidas a um mínimo. Nos últimos anos, tornou-se alinhado com antiglobalização (  )…em alguns pontos, o protecionismo é vantajoso, pois protege a economia nacional da concorrência externa, garante a criação de empregos e incentiva o desenvolvimento de novas tecnologias. No entanto, estas políticas podem fazer com que o país perca espaço no mercado externo; provocar o atraso tecnológico e a acomodação por parte das empresas nacionais, já que essas medidas tendem a protegê-las; além de aumentar os preços internos. Em consequência da diminuição do comércio, provocada pelo protecionismo, ocorre o enfraquecimento de políticas de desenvolvimento…” De acordo com depoimento da Organização Mundial do Comércio (OMC), em matéria publicada no jornal “O Estado de São Paulo”, o Brasil é número um em medidas protecionistas no planeta. Ainda assim, a produtividade do Brasil segue patinando, aplicando-se o conceito usado para mensurar o quanto a economia produz levando em conta uma mesma quantidade de capital e horas trabalhadas. Tal indicador é considerado o componente mais importante na avaliação das perspectivas de crescimento econômico no longo prazo, e o resultado revela ineficiências no uso dos recursos, incluindo

 

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