Belo horizonte

Todo mundo quer o Brasil antevisto pela Plastipak

Mota: vento a favor em mercados mais exigentes.
Mota: vento a favor em mercados mais exigentes. O raio da crise cai sobre todo o mercado de PET, mas a voltagem do choque varia conforme o produto envasado, uma diversidade salvadora para o balanço da Plastipak Brasil, subsidiária da norte-americana Plastipack, dona de faturamento global na estratosfera de US$ 2,4 bi e cujas vendas cresceram à média anual de 9,5% no último quinquênio. “Não estamos inertes à conjuntura”, assevera Dinis Mota, gerente geral da controlada no país. “Mas percebemos que alguns redutos sofrem com redução de consumo enquanto outros, como a categoria de energéticos, têm demandado maior volume e participação de embalagens de PET”. À sombra desse sobe e desce, ele amarra, a operação da Plastipak Brasil cresceu em

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