Haja ou não areia e óleo na pista da economia, os porta-vozes do setor automotivo nacional dificilmente surpreendem pela originalidade ou independência de pensamento em suas declarações. Não é para menos. Trata-se da indústria mais protegida da história do Brasil e, para preservar esse status, nada de mexer no caldo com colocações capazes de alterar o humor de Brasília e, por tabela, ameaçar o tapete vermelho do tratamento diferenciado. Acontece, porém, que a conjuntura global do setor automotivo mostra-se agora fragilizada em suas perspectivas de crescimento, além de destronada do pedestal da vanguarda tecnológica e do sonho nº 1 de consumo pela torrente de maravilhas do Vale do Silício. Hoje atordoada pela crise e por um exército de montadoras incompatível

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