As estrelas do filme

Resinas de PEBDL metaloceno roubam a cena em shrink

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Enable 40-02: resistência e visual diferenciados.
Nos últimos anos, o segmento de filmes termoencolhíveis (shrink) tem passado por aparente contradição em termos. Injuriados com as avarias nas margens do negócio por conta de um caudal sem trégua de concorrentes, alguns grandes transformadores se levantaram da mesa. Em contraste, a superoferta e o tiroteio de preços não têm respingado sobre a tecnologia de shrink, provam requintes na coextrusão do filme como a lapidação das propriedades de polietileno de baixa densidade linear base metaloceno (PEBDLm) para seu desempenho em shrink, de preferência no substrato central da película de três camadas. O mercado brasileiro de shrink pulsa no mesmo patamar do orgulho de polipropileno (PP) em flexíveis, o filme biorientado (BOPP). “O consumo atual oscila entre 150.000 e 200.000

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