Um maná dos céus para frascos de polietileno (PE) e PET, a indústria de produtos de limpeza doméstica se safa relativamente ilesa das turbulências em tempos de contração do PIB. A seu favor pesa a inclinação do brasileiro em manter a casa  asseada. Em vez de parar de comprar, em momentos recessivos pessoas migram para artigos populares e cortam apenas aqueles de alto valor agregado, como o alvejante sem cloro, analisa Maria Eugenia Saldanha, presidente executiva da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla). A elasticidade do crescimento desse setor se mantém, por mais de uma década, na casa de dois a três pontos percentuais acima do PIB, levando o faturamento para além de R$ 15,5

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