Aqui não pinta sujeira

AudaxCo mostra como os produtos de limpeza ajustam-se aos hábitos de compra impostos pela crise

Uma iguaria nos pratos de polietileno e PET, /produtos de limpeza compõem um flanco dos bens não duráveis exposto a fogo cruzado quando a economia estrebucha. De um lado, eles ofegam sob a necessidade se distinguir da vala comum da concorrência movida a preço sem abrir mão dos volumes de vendas. Do outro, compõem um setor, na visão dos supermercadistas, marcado por público pouco fiel, adepto da troca de marcas em prol da alternativa mais barata. Noves fora, o desafio é contemplar o artigo com o sedutor cunho de item prioritário e o apelo de novidade diferenciadora e acessível. Mas a crise não eclipsa um mercado de credenciais como o sexto consumo mundial de tira-manchas ou onde 50% da população não possui lavadora de roupa.O que evidencia, por exemplo, maré mansa para itens em barra, a exemplo de sabões e tira-manchas, de acordo com levantamentos da empresa Nielsen. Na entrevista a seguir, esse clima, com subsídios para nortear os fornecedores de embalagens na atual conjuntura, é desenhado por Diego Viriato, gerente de marketing da Audax Company (AudaxCo), turbo nacional em produtos de limpeza das linhas doméstica e profissional. A propósito, as concorrentes Anhembi, Ingleza e Bombril não quiseram falar. PR – Avaliação divulgada pela Apas (Associação Paulista de Supermercados), a respeito das mudanças nos hábitos de compra trazidas pela crise e inflação, sustenta que o consumidor das classes B e C está economizando nos produtos de limpeza para não abrir mão dos itens premium que vinha adquirindo desde quando seu

 

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