Se a construção civil enfraquece, PVC cai de cama. Devido a esse cordão umbilical, o vinil mostra-se tão dependente quanto o próprio PIB do Brasil em relação ao pêndulo do mercado predial e de infraestrutura. Mas, apesar da atual paradeira geral do setor, nas suas entrelinhas vicejam ilhas vendendo saúde. É o caso da ala dos pequenos transformadores de conexões, reduto no qual a Chiva Plásticos sobressai a ponto de ter sido contemplada em 2013, por sua gestão de qualidade, como melhor micro e pequena empresa do Paraná e uma das três melhores do país, com o prêmio concedido pelo Movimento Brasil Competitivo e pela Fundação  Nacional da Qualidade. A cultura da excelência ricocheteia direto no balanço dessa indústria assentada há 22 anos em Palmas, no sudoeste paranaense. “Projetamos para 2014 faturamento da ordem de R$15 milhões, receita 10% acima do ano anterior e prevemos crescimento de 20% em 2015”, comemora o diretor Sadi Marini Junior. No embalo, ele revela o projeto de partir uma unidade de tubos em 2016 e acalenta enriquecer o portfólio da Chiva com a entrada na extrusão de telhas de PVC. Essa intenção tem sido alimentada pela atuação em paralelo da empresa como distribuidora exclusiva para a região sul da mineira Precon, pedra de toque brasileira em telhas do vinil. Na foto atual, desvenda Marini Junior, a Chiva produz conexões de acessórios de PVC pelos processos de injeção, rotomoldagem e a denominada atividade de moldagem. “Consta de um processo de transformação do tubo de PVC

 

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