Ajustes na rota

Nos últimos três anos, os custos de impressão e envio de exemplares Plásticos em Revista saltaram bem acima da inflação. Num cálculo por alto, essas despesas hoje abocanham em torno de 30% da receita do veículo, tornando assim o negócio de produzir uma edição mensal comparável a uma travessia pelo fio da navalha sem rede embaixo, quadro agravado agora pelos anunciantes de freio puxado por força da crise. Qualquer pesquisa de opinião hoje demonstra que o leitor padrão de Plásticos em Revista dá preferência à leitura em papel, embora o conteúdo de todas as edições esteja disponível no site do veículo. Mas essa foto caminha para uma alteração visceral. De forma gradativa, mas já visível, a primeira geração do empresariado do plástico vai abrindo espaço para a nova fornada. Esta, por sua vez, desenvolveu sua formação com a internet integrada ao seu cotidiano e, como demonstra uma multidão de análises midiáticas, não é lá tão afeita como seus antecessores a buscar informação impressa – as vendas de livros e as tiragens da grande imprensa no país falam por si. A preferência aberta pela mídia digital por parte da nova geração de leitores não pode ser ignorada por Plásticos em Revista, sob risco de morte certa. Ao mesmo tempo, o veículo encara o desafio de aliar seu forte, a abordagem em profundidade, com a transmissão de suas informações inencontráveis na imprensa em geral na linguagem e apresentação esperadas pelo público e o mercado virtual. Por essas e outras é que, sem

 

Para continuar lendo cadastre-se gratuitamente.

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.
Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo.

 

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório