Se a catástrofe precisa de um monumento, basta olhar em torno. De bens de capital a gêneros de primeira necessidade, de componentes a produtos acabados, de setores dependentes do governo ou a salvo dele o vermelho dos indicadores do consumo este ano faz sangue parecer neve. Ativo fixo de qualquer mercado, o setor plástico também capotou no primeiro semestre. Projeções preliminares da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) apontam para queda de 4,8% na produção de artefatos transformados, equivalente a 3,17 milhões de toneladas na primeira metade do ano frente aos mesmos seis meses em 2014. O percentual negativo decorre da prostração generalizada nos segmentos da linha de frente. No compartimento das embalagens, estima a entidade, a demanda recuou

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