Aberta a contagem regressiva

Impressão 3D encurrala usinagem em peças técnicas

Impressão 3D encurrala usinagem em peças técnicas
Da baquelite naquele negro telefone fixo ao filme de celulóide nas máquinas fotográficas, a fila de materiais e aplicações ceifados pelo andar da tecnologia é ativo fixo da saga do plástico. A história promete repetir-se sob o advento em curso da Quarta Revolução Industrial, identificada por simulações virtuais, inteligência artificial, realidade aumentada e impressão 3D. Sob a velocidade atordoante de dois rolos compressores – globalização e digitalização –, despontam agora como fortíssimos candidatos a engrossar a turma de aposentados plásticos as peças técnicas usinadas e, nas suas pegadas, o hardware de sua produção – desde os tarugos, chapas e tubos às máquinas-ferramentas. A contagem regressiva foi aberta pela popularização relâmpago da manufatura aditiva entre indústrias que antes compravam componentes usinados para sua operação fabril. “A tendência é diminuir cada vez mais a usinagem de peças especiais porque a impressão 3D por sinterização a laser é mais rápida, tem custos melhores, não gera desperdício de matéria-prima e o equipamento está cada vez mais acessível”, sustenta Marcio Marques, gerente de produto para buchas e mancais autolubrificantes da base no Brasil da igus, bússola alemã em peças técnicas de plástico e soluções industriais. Materiais sem outro processo de moldagem exceto a tradicional usinagem estão pela bola 7, antevê o executivo. “O processo caminha para acabar”, assevera Marques. “Hoje em dia, são pouquíssimos os tarugos poliméricos de resistência superior à dos filamentos para impressão 3D. As usinagens tendem a permanecer apenas em aplicações bem severas e não atendidas pelos filamentos. Além do mais, o

 

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