A voz do faro

Vizuri abre caminho para sobressair no ringue dos periféricos

“O mundo faz muito menos sentido do que se pensa. A coerência vem do jeito que nossa mente funciona”. A frase do psicólogo Daniel Kahneman, Nobel de Economia e luminar da economia comportamental, cai feito luva para ilustrar um cenário na transformação empacado por quatro anos de alta ociosidade, crédito caro e seca nos investimentos. Mas três empreendedores resolvem dar as costas para ele e embarcar na aventura de um negócio metido num vespeiro de competidores: a montagem de equipamentos periféricos para pequenas e médias empresas. Pois não é a primeira vez que o bom senso geral apanha feio do faro pessoal. “Fechamos 2018 com o triplo do volume de vendas anterior”, comemora Marcel Brito, sócio executivo da Vizuri. “Nos últimos dois anos trabalhamos pesado na constituição do portfólio e desenvolvimento de parceiros de qualidade, pontualidade e custo. O próximo passo será criar receitas completas para cada máquina, permitindo seu auto ajuste conforme a ordem de produção na fila”. Não por acaso, Vizuri tem dois significados no dialeto africano suaíli: bem e visão. “A decisão de criar a companhia numa conjuntura conturbada veio da certeza de tratar-se de um período passageiro de baixa demanda, suficiente para estruturar e preparar a fábrica para atuar na retomada”, racionaliza Brito. “Hoje em dia, nossa capacidade instalada está toda tomada, aumentamos o quadro de pessoal e, para não comprometer o cronograma das entregas, temos investido no estoque de equipamentos semi acabados”. A razão de ser da Vizuri, ele sumariza, é oferecer serviço técnico diferenciado,

 

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