A vida é bela com super poderes

Injequaly cresce com banho de loja em dólar

Painel do GM Celta: fornecimento no rastro do atendimento global da Viking. Nada como moeda forte para imunizar um negócio contra economia fraca. Em quatro anos com a norte-americana Viking Plastics a bordo, a brasileira Injequaly não só faz nem te ligo para a recessão como ensaia voar mais alto este ano. De 2014 ao último período, conta o diretor comercial Fernando Loureiro Esteves, a carteira de clientes dobrou para 60 nomes, duplicação extensiva à área ocupada, devido à mudança recente da fábrica de Itaquera para Arujá, Grande São Paulo. “Trocamos todo o parque de 10 injetoras no último biênio e pretendemos agrupar mais quatro linhas este ano”, adianta Esteves. A decisão vem no embalo do divulgado aumento superior a 50% nas vendas em 2016 e a expectativa de subida de até 40% até dezembro . Esteves alega sigilo contratual para não revelar os sócios brasileiros e a participação acionária da transformadora norte-americana na Injequaly. Dois portais de informações empresariais apontam Esteves e Marcelo Dias Massero como sócios administradores locais e a própria Viking Plastics atestou à mídia nos EUA possuir 50% de participação na coligada brasileira sem abrir o capital aplicado. Uma injeção de sangue bom em dólar é a mega-sena sonhada por 10 em 10 transformadores nacionais nesses tempos bicudos. Manda a lógica que, no populoso cenário brasileiro de indústrias de injetados, a capitalizada Viking, atuante no mesmo ramo nos EUA e China, filtrasse possíveis parceiros por aqui com base numa escala de grosso calibre, acima do fôlego

 

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