A única solução

Desastre na região do rio Doce: água limpa assegurada por tanques rotomoldados.
Tão estridentes para baixar a lenha quando bem entendem, os xiitas verdes  fazem cara de paisagem quando o plástico se mostra uma solução única, sem regra 3. Esse mutismo transparece, em particular, em situações de calamidade pública. Está aí, por exemplo, o rompimento de barragem de Mariana, tragédia na qual a lama assassinou o rio Doce, pôs em estado de emergência uma fieira de municípios mineiros, ceifou vidas, a flora e a fauna por mais de 500 km, até poluir o litoral capixaba. Enlutada e privada de água limpa para consumir, a população ribeirinha, tal como ocorre na crise hídrica sem fim à vista no Sudeste, tem sido socorrida por duas aplicações plásticas: os garrafões retornáveis e, em especial, os

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