A reação do setor plástico na Argentina

Levantamento do Indec flagra produção aquecida de resinas e produtos acabados

283

O setor plástico argentino emite sinais de recuperação no segundo ano de ortodoxia econômica posta em prática pelo governo Mauricio Macri. Segundo o mais recente relatório do  Instituto Nacional de Estadística y Censos (Indec), a atividade industrial no país vizinho aumentou em junho último 6.6% sobre o mesmo período em 2016. Em julho passado, por sinal, completou-se o primeiro ano completo, desde 2006,  monitorado por  estatísticas sem maquiagem na Argentina, assinala a consultoria Polyolefins Consulting. Nas planilhas do Indec, a produção local de resinas termoplásticas e elastômeros acusou salto de 34,5% na produção em junho passado versus o mesmo período no exercício precedente. Em junho de 2016, por sinal, várias paradas técnicas nas linhas de produção desses materiais foram registradas. Do lado alvissareiro, a varredura do Indec indica aquecimento no setor transformador de plástico, a tiracolo do dinamismo notado em frentes do agronegócio, a exemplo de silobags e embalagens, e na indústria automobilística. Nessa trilha, a produção argentina de artefatos plásticos  cresceu 11% em junho de 2017 versus junho de 2016, constata o Indec, também vinculando a retomada da economia, à demanda acesa por tubos, perfis e demais materiais plásticos de construção .