A química que rola com o campo

Cai o consumo de agrotóxicos e sobram produtores de suas embalagens. Mas o porte do mercado fala mais alto, julga a Ipackchem

Um cisco perturba, mas jamais tira o brilho do olhar. Transponha esse preceito para o agronegócio brasileiro e entenda por que, em plena estiagem da economia, a francesa Ipackchem começa a soprar embalagens de defensivos em fábrica zero bala em Paulínia, no interior paulista, aporte orçado em R$ 40 milhões. “Não poderíamos ser um fornecedor internacional do setor agroquímico sem estar presente no Brasil”, justifica Philippe Carasso, diretor geral da filial da Ipackchem. “Investimos com perspectiva de longo prazo e na certeza de que nossa tecnologia agregará valor ao setor. Além do mais, pesou na decisão nosso compromisso com clientes de envergadura mundial”. Carasso sublinha acreditar no potencial do mercado. Aliás, ele seria notícia se não confiasse. Nas últimas quatro

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