Talvez não haja, no setor plástico brasileiro, um reduto com divisão de classes tão nítida quanto a indústria de tubos de PVC. No primeiro andar, Tigre e Mexichem cobrem cerca de 70-80% do mercado, atesta o consenso dos analistas. No mezanino, coexistem apinhadas em torno de 15 empresas vistas como relevantes. Por fim, no piso térreo, alastra-se o mundaréu incontável de marcas de tubos com raio de alcance estadual, no máximo regional. Nos últimos anos, esse perfil tem sido pisoteado pela catarinense Krona, ao tornar-se sarada demais para continuar a caber na classe média, como ilustra seu nome listado, na pesquisa Anamaco/Ibope 2013, entre os três maiores fabricantes de tubos e conexões de vinil para água fria e esgoto no

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