A conjuntura agravou-se a ponto de eternas pautas de reflexões da indústria, como a corrida tecnológica ou prospecção de mercados, terem cedido lugar ao debate sobre o definhamento do setor. Sismógrafo extra oficial dos humores da economia, o plástico foi puxado para o epicentro desse turbilhão no IV Seminário Competitividade: o Futuro Perfil da Transformação Brasileira de Plástico, realizado pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e Plásticos em Revista em 30 de setembro último, em São Paulo. No quadro de patrocinadores, formaram a Braskem, M&G, Dow, Aditya Birla, Epema e a Associação Brasileira de Resinas Plásticas e Afins (Adirplast). O auditório do Hotel Melià lotou e o pavio do ibope foi aceso pelo temário voltado para o balanço

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