A cor da satisfação

Componedores afiam atendimento para reter clientes mais preparados e assediados

Em prevista reprise de 2015, o balanço de 2016 do setor de produtos de higiene e beleza, perfumaria e cosméticos levou bordoada com queda de -4,2% no volume de venda e de -6% no faturamento, já avermelhado em -9% no tétrico exercício anterior. A subida do desemprego, a sobrecarga tributária e a perda do poder de compra endurecem a queda de braço entre a fé a razão nas tentativas de se vislumbrar que bicho vai dar em 2017. Artigos de higiene e beleza são irmãos siameses de cores e efeitos especiais para embalagens plásticas. No suadouro do terceiro ano de recessão, o comportamento desta indústria sintetiza o freio hoje puxado por qualquer mercado nas suas encomendas de desenvolvimentos sob medida aos componedores de masterbatches. Num efeito cascata generalizado, eles agora dão primazia à busca de faturamento zelando pelos serviços para segurar uma clientela bem mais assediada pela concorrência. “No plano geral, a cadeia de masters não consegue mais trabalhar com previsão de pedidos para três meses, pois as demandas são de cunho mais imediato”, percebe Roberto Castilho, gerente comercial para o negócio de masterbatches da subsidiária da componedora norte-americana A.Schulman. “O cenário embute grandes oportunidades para quem conta com ferramentas adequadas como o nosso programa Pull System, pelo quial conseguimos, via histórico de vendas, antecipar as necessidades dos clientes com estoque e produções mais rápidas e flexíveis”. Na esteira, Castilho lista produtos para filme de polietileno (PE) entre os seus materiais mais procurados: auxiliares de fluxo, antioxidantes e masters brancos

 

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