À beira do coma induzido

A indústria nacional de máquinas para plástico respira pelos aparelhos

Fernando Moraes Estou no setor de máquinas para plásticos desde 1969 e nunca presenciei crise pior do que esta. Diversos fabricantes baixaram as portas e os remanescentes fizeram a lição de casa da redução de custos em cima de ajustes de pessoal. Ou seja, puseram na rua gente treinada e sem perspectivas de recolocação a curto prazo. Do lado da demanda, convenhamos ser muito difícil alguém pensar em investir em bens de capital com quedas sucessivas do PIB acima dos 3% anuais. Assim, a conjuntura mostra-se muito crítica para a indústria nacional de máquinas, inclusive por já sofrer há três anos com queda de vendas e aumento de custos. Ela não tem o menor fôlego financeiro e corre sério risco

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